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Hinos da Bíblia

HINOS DA BÍBLIA

Cântico de Libertação de Moisés
Êxodo 15:1-18

Cântico de vitória de Débora e Baraque
Juízes 5:1-31

Cântico de louvor de Ana
I Samuel 2.1-10

Lamento de Davi por Saul e Jônatas
II Samuel 1.17-27

Cântico de vitória de Davi
II Samuel 22; Salmo 18

Canção de amor de Salomão
Cântico 2.10-15

Cântico de louvor de Maria
Lucas 1.46-55

Hino a Jesus Cristo
Filipenses 2.6-11

Histórias do Antigo Testamento

Histórias do Antigo Testamento

O Começo

A criação e o pecado – Gênesis 2.4 – 3.24
O primeiro assassinato – Gênesis 4.1-15
Noé e o dilúvio – Gênesis 6.1 – 9.17
A Torre de Babel – Gênesis 11.1-9
O chamado a Abraão – Gênesis 12.1-9
A destruição de Sodoma e Gomorra – Gênesis 19.1-28
Agar e Ismael – Gênesis 16.1-15; 21.9-21
O nascimento de Isaque – Gênesis 21.1-8
Abraão oferece Isaque como oferenda – Gênesis 22.1-19
A história de Jacó – Gênesis 25.19-35.29
A história de José – Gênesis 37-50
Moisés no Egito – Êxodo 1.14
Moisés vagueia pelo deserto – Êxodo 15.22-20.26; 3 1.18-34.35; Números 20-21.25
Os dez mandamentos – Êxodo 20.1-17; Deuteronômio 5.1-21
Ba1aão e o rei de Moabe – Números 22-24

Pessoas de Grande Fé

Raabe ajuda os espias israelitas – Josué 2
Josué, estrategista militar – Josué 3; 6
Débora, uma mulher de poder e juízo – Juízes 4-5
Gideão, o conquistador – Juízes 6.11-8.32
Sansão, homem de grande força – Juízes 13-16
Rute, mulher leal e devota – Rute 1-4
Samuel, o profeta que escutou a Deus – I Samuel 1-3; 7-10; 12; 15; 16
Saul, primeiro rei de Israel – I Samuel 8-11; 13; 15; 28; 31
Davi, o rei pastor – I Samuel 16-27; 2 Samuel 2; 11; 29-30.25; 12; 15.1-8; 18; I Reis 1.1-31; 2.1-11
Salomão, o Rei sábio – I Reis 2.12-11.43
Elias, o grande profeta – I Reis 17-19; 21; II Reis 1
Eliseu, sucessor de Elias – II Reis 2; 4-7.2; 13.14-21
Neemias, um construtor heroico – Neemias 1; 2; 4
Ester, uma rainha valente – Ester 1-10
Daniel, um profeta de valor – Daniel 1-6
Jonas, o missionário renitente – Jonas 1-4

Inspiração, revelação e cânon

INSPIRAÇÃO, REVELAÇÃO E CÂNON

1. O FUNDAMENTAL
Cremos na inspiração divina do Velho Testamento. Muitas religiões se baseiam em documentos humanos. Por exemplo: o Livro dos Mórmons e os textos de Ellen White, que se apresenta como continuadora da Escritura. Cremos que Deus se revelou e inspirou os homens que escreveram o Velho Testamento. É algo sobrenatural. A falácia de “E a Bíblia Tinha Razão”, é uma tentativa de comprovar cientifica e empiricamente que a Bíblia de fato é um livro especial e que suas narrativas são verdadeiras;.

2. INSPIRAÇÃO
Traduzida da palavra grega: theopneustos que traduzido quer dizer soprada por Deus. No Latim: inspiro (para dentro). Deus soprou para dentro dos homens.

3. REVELAÇÃO
Traduzida da palavra grega: apokalipsis, quer quer dizer tirar o véu, a máscara. Jeremias, autor de “A Mensagem Central do Novo Testamento”, na página 114 diz: “A revelação é o conteúdo e a inspiração é o método”.

4. O CÂNON DO VELHO TESTAMENTO
A palavra Cânon significa “Régua de medir”, ou Padrão aferidor. Deste modo a Bíblia é o padrão aferidor que deve nortear a vida de todos os homens. Portanto, quando dizemos o Cânon do Velho Testamento estamos nos referindo ao conjunto dos livros do Velho Testamento. Como se formou? etc.

4.1 A fixação da lei
Houve anotações: Ex 24:4-7 e Dt 31:9-13 e 24. Não se sabe quando o Pentatêuco foi completado. Duas observações necessárias:
1ª – Não tratavam os escritos como nós. Há adições aos pontos fundamentais. Houve tradição oral. Cremos na mão de Deus. Assim, tudo foi testado e aprovado.
2ª – Duas vezes a nação declarou “obedeceremos ao livro desta lei”. Com Josias (II Rs 23:1-3 e II Cr 34:29-31) e com Esdras (Ne 8 a 10 – a primeira leitura durou 6 horas conforme Ne 8:3). O povo reconheceu vir de Deus.

4.2 A fixação dos profetas
O reconhecimento dos profetas anteriores. (Josué, Juízes, Samuel e Reis). Três fatores contribuíram: 1º) Descrevem o trato de Iavé com o povo escolhido; 2º ) Seguem o mesmo sentido da Lei; 3º) A autoridade dos escritores foi aceita (Dt 31:24 e Js 24:26).
O reconhecimento dos profetas posteriores. Tidos como autoritativos desde o início da circulação. Predições se cumpriram, como o desastre do exílio. Alguns profetas citam outros, dando-lhes autoridade (Dn 9:2).

4.3 A fixação dos escritos
Sem problemas. Alguns salmos eram usados nos cultos. Outros eram proféticos. Os livros de sabedoria foram aceitos como sendo Dom de Deus – I Rs 3:28). Por que Crônicas e não “As Guerras do Senhor” (Nm 21:14)? E o “Livro dos Justos” (Js 10:13)? Hoje, perdidos. Na época, foram utilizados como referência, contudo não foram incluídos no Cânon por algum motivo que desconhecemos.

4.4 O estabelecimento final do cânon
Segundo o historiador Josefo: na época de Esdras, tudo, desde a criação do mundo até Artaxerxes I (465-425 a.C.) já estava anotado (em Contra Apião).
Talmude: Os escribas de Ezequias escreveram Isaías, Provérbios, Cânticos e Eclesiastes. Os homens da grande congregação escreveram Os Doze, Daniel e Ester. Esdras escreveu seu livro e as genealogias de Crônicas. Neemias completou o livro de Esdras.
O livro de “IV Esdras”, um apocalipse judaico escrito no ano 100 d.C., portanto 30 anos depois da queda de Jerusalém que se verificou em 70 d.C., cujos relatos antigos dizia que Esdras estava na Babilônia e reclamou da queima dos livros da Lei. Conta-se então que Esdras divinamente inspirado pelo Espírito Santo, ditou, em 40 dias, 70 livros a 5 escribas. Contudo, este livro não mereceu crédito e não foi incluído no Cânon bíblico. Realmente, o ano de sua edição seria 557 a.C. e Esdras é de 458 (conforme. Esdras 7), mas mostra a visão dos judeus em ter Esdras como o compilador do cânon. Ele é mostrado como o novo Moisés.

BIBLIOGRAFIA

1. Goodspeed, Como nos Veio a Bíblia, Imprensa Metodista
2. Archer, Merece Confiança o Antigo Testamento, Vida Nova
3. Rendtorff, A Formação do Antigo Testamento, Sinodal
4. Martin-Archad, Como Ler o Antigo Testamento, ASTE
5. Benttencourt, Para Entender o Antigo Testamento, Santuário
6. Castanho, Iniciação à Leitura da Bíblia, Santuário
7. Walton, Quadros Cronológicos do Velho Testamento, Batista Regular

Leituras para dias especiais

LEITURAS PARA DIAS ESPECIAIS

Ano Novo
Colossenses 3.5-17

Dia da Independência
Salmo 33

Epifania (Dia dos Reis Magos)
Mateus 2.1-12

Dia de E1eições
I Pedro 2.13-17

Domingo de Ramos
Marcos 11.1-11; João 12:12-19; Filipenses 2.1-5

Dia das Crianças
Lucas 18.15-17; Provérbios 22.6

Quinta-feira Santa
João 13.1-17, 34; Salmo 116

Dia de Ações de Graças
Salmo 65; I Timóteo 2.1-8; Lucas 17.11-19

Sexta-feira Santa
João 18.1-19.42; Salmo 22; Isaías 52.13-53.12

Dia da Bíblia
2 Tm 3.10-17; Sl 19; Sl 119.105-112; Is 40.1-11

Páscoa – Domingo da Ressurreição
Ex 12; Mt 28; Lc 24; Jo 20; At 10.34-43;

Primeiro Domingo de Advento
Is 63.16-64.9; Mt 24.36-44; Lc 21.25-36; Sl 25

Dia do Trabalho
Gênesis 1.26-2.4

Segundo Domingo de Advento
Malaquias 3.1-5; Mateus 3.1-12; Salmo 8

Dia das Mães
I Sm 1.1-28; Pv 23.22-25; 31.10-31; Lc 1.26-56

Terceiro Domingo de Advento
Is 12.1-6; Mt 11.2-19; Lc 3.7-18; Fp 4.4-9

Pentecostes
Atos 2.1-11

Quarto Domingo de Advento
Is 7.10-17; Mq 5.1-4; Lc 1.26-56; Sl 89.1-18

Santíssima Trindade
Efésios 1.3-14; Mateus 28.16-20

Natal
Lucas 2.1-20; Mateus 1.18-25; João 1.1-18; Tt 3.4-7

Dia dos Pais
Provérbios 4; 20.7;

Dia de Aniversário
Salmo 145

Milagres e curas realizados por Jesus

Milagres e curas realizados por Jesus

Jesus transforma Agua em vinho – João 2.1-11
Jesus restaura a vista aos cegos – Mateus 9.27-31; 20.29-34; Marcos 10.46-52; Lucas 18.35-43
Jesus alimenta a multidões – Mt 14.13-21; Mc 6.30-44; Lc 9.10-17; Jo 6.1-15; Mt 15.32-39; Mc 8.1-10
Jesus cura um surdo-mudo – Marcos 7.31-37
Jesus acalma a tempestade – Mateus 8.23-27; Marcos 4.35-41; Lucas 8.22-25
Jesus cura paralíticos e aleijados – Mateus 12.9-14; Marcos 3.1-6; Lucas 6.6-11; João 5.1-8; Lucas 14.1-6; Mateus 91-8; Marcos 21-12; Lucas 5.17-26
A pesca maravilhosa – Lucas 5.1-11
Jesus cura a muitas mulheres – Mt 9.18-26; Mc 5.21-43; Lc 8.1-3; 8.40-56; Mt 15.21-28; Mc 7.24-30
Jesus caminha sobre a Água – Mateus 14.22-33; Marcos 6.45-52; João 6.16-21
Jesus cura o criado de um capitão romano – Mateus 8.5-13; Lucas 7.1-10
Jesus cura um leproso – Mateus 8.1-4; Marcos 1.40-45; Lucas 5.12-16; 17.11-19
Jesus cura a sogra de Pedro – Mateus 8.14, 15; Marcos 1.29-31; Lucas 4.38, 39
Jesus expulsa demônios – Mateus 8.28-34; Marcos 51-20; Lucas 8.26-39; Mateus 12.22-37; Marcos 3.20-30; Lucas 11.14-23; Mt 17.14-21; Mc 9.14-29; Lc 9.37-43; Mc 1.21-28; Lc 4.3 1-37
Jesus cura o filho de um oficial – João 4.46-2
Jesus ressuscita a filha de um oficial – Mt 9.18-19, 23-26; Mc 5.21-24, 35-42 Lc 8.40-42, 49-56
Jesus ressuscita mortos – Lucas 7.11-17; João 11.1-44

O que a Bíblia diz sobre o perdão

O QUE A BIBLIA DIZ SOBRE O PERDÃO DE DEUS?

Todos estamos afastados de Deus por causa do pecado

Isaías 59.1-15;Romanos 3.9-20, 5.12-21, 7.14-25;Eclesiastes 7.20.
Deus sempre buscou um relacionamento mais próximo com a humanidade

Êxodo 19.3b-8;Jeremias 31.31-34;Isaías 54.1-10;I Pedro 1.1-10;I João 3.1-10.
Deus pessoalmente fez contato conosco ao enviar seu Filho Jesus Cristo

Colossenses 1.15-23;Romanos 5.1-11;I Pedro 2.9-25;João 3.1-21;II Timóteo 1.3-14; Efésios 2.1-10.
0 perdão de Deus, através de seu Filho Jesus Cristo, está ao alcance de todos

Salmo 51.1-17;I João 1.5-10;Salmo 32;Romanos 3.21-26, 8.31-39, 10.5-15.
Vivemos a nova vida em Cristo Quando vivemos como ele viveu

Romanos 6.1-14, 12.1-21;Mateus 20.20-28;Efésios 4.17-32;Gálatas 5.16-26;I João 4.7-21.

O que é a Bíblia?

A BÍBLIA

A Bíblia, é um livro singular. Declara vir de Deus e suporta análises. O Alcorão: não tem base histórica. Não tem profecias cumpridas. O Evangelho Segundo o Espiritismo, fala da vida corpórea em Marte e Saturno. O propósito da Bíblia é revelar o plano de Deus aos homens para a sua salvação. Não nos fala de Deus, mas em nome de Deus.
O seu estudo deve ser criterioso. Evitar o afogadilho, (lê-la em 2 dias por exemplo). Um modismo atual em muitas igrejas é copiar a Bíblia a mão. Pensarmos que a conhecemos é um problema. Outro: é usá-la como texto de prova de nossos conceitos e doutrinas. É necessário entender o contexto sócio-histórico. Não vamos estudar passagem por passagem, mas compreender o contexto para darmos uma correta interpretação.
O relacionamento entre o Velho Testamento e o Novo Testamento, é muito relegado em nossas igrejas. O Velho Testamento é bastante rico. É a Palavra de Deus. Os escritores do Novo Testamento chamam-no de “Escritura”: Gl 3:8 e II Pe 1:10-21. Jesus assim considerava: Mt 22:29. Nutria respeito: Mt 4:1-10.
O Novo Testamento vê o Velho Testamento como um testemunho sobre Cristo. Os Sermões em Atos estão repletos de textos do Velho Testamento. Exemplos: 2:17, 25 e 34; 3:22 e 24. São chamados de testimonia. Alguns eventos históricos do Velho Testamento são vistos como símbolos proféticos pelo Novo Testamento:
a travessia do mar Vermelho é um símbolo do batismo cristão (I Co 10:1-2);

a conquista de Canaã é vista como descanso espiritual do povo de Deus (Hb 3 e 4);

o êxodo de Israel é aplicado a Jesus (Os 11:1 e Mt 2:15).

A Bíblia Hebraica é o nosso Velho Testamento. Possuía 24 livros em 3 grupos: Lei, Profetas e Escritos.

Os livros da Lei são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Este grupo de livros é denominado também de Torá que quer dizer: instrução ou lei.

Os Profetas dividem-se em Primeiros e Posteriores:
Primeiros: Josué, Juízes, Samuel e Reis.
Posteriores: Isaías, Jeremias, Ezequiel e os Doze (um volume).

Os Escritos são: Salmos, Provérbios, Jó, Os Cinco Volumes, Daniel, Esdras juntamente com Neemias e Crônicas.

Somando-se dão 20. Tira-se os Cinco Volumes (chamados de megilôth) e conta-se cada um deles: Cânticos, Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester. Cada um era um livro distinto, embora aglutinados. Assim dava um total de 24, que corresponde ao dobro de 12, número que é o símbolo de religião organizada. Tinham caráter festivo e eram lidos nas festas judaicas.
Cânticos: Na Festa da Páscoa;
Rute: Na Festa das Semanas ou Pentecoste;
Eclesiastes: Na Festa dos Tabernáculos
Ester: Na Festa do Purim
Lamentações: No aniversário da destruição de Jerusalém.

O Palácio da Bíblia

O PALÁCIO DA BÍBLIA

A Bíblia é semelhante a um palácio maravilhosamente construído: de pedras ornamentais preciosas, contendo sessenta e seis (66) salas majestosas, cada uma das quais é diferente das suas companheiras e perfeita em sua beleza individual; sendo que formam um edifício incomparavelmente belo, glorioso e sublime.

No livro de Gênesis encontramo-nos no vestíbulo magnifico, onde somos introduzidos imediatamente aos arquivos das obras excelsas de Deus, na Criação. Este vestíbulo dá entrada nas Audiências Judiciais; depois das quais, chegamos as Galerias de Pinturas dos livros históricos. Aqui encontramos a Sala de Música – o livro de Salmos, e aqui nos demoramos tocados profundamente pelas mais sublimes harmonias que jamais chegaram aos ouvidos humanos. Logo depois, entramos no Gabinete de Negócios – o livro de Provérbios, no centro do qual se acha a divisa: “a justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.” Logo após, damos no Gabinete de Investigações – o Eclesiastes, e daí, para o Conservatório – os Cânticos de Salomão, onde nos saúdam o aroma flagrante de frutas escolhidas e de belas flores com o canto doce dos passarinhos. Depois chegamos ao Observatório, onde os Profetas com os seus telescópios estão esperando o aparecimento da “Estrela Resplandecente da Manhã”, antes do despertar do “Sol da Justiça”.

Atravessando o Pátio do Silêncio, alcançamos a Sala de Audiências do Rei – os Evangelhos, onde podemos ver quatro retratos do próprio Rei, os quais revelam as petições de Sua beleza Divina e infinita.

Em seguida, entramos no Gabinete de Trabalho do Santo Espírito – os Atos dos Apóstolos e além dele, está a Sala da Correspondência – as Epístolas, onde vemos: Paulo, Pedro, Tiago, Judas e João ocupados nas suas bancas, sob a Inspiração do Espírito da Verdade.

Finalmente chegamos A Sala do Trono – livro de Apocalipse onde ficamos arrebatados pelo imenso volume de adoração e louvor, que é dirigido ao Rei Entronizado e que enche a vasta sala, ao passo que nas Galerias e no Tribunal de Glória, relacionadas com a futura manifestação do Filho de Deus, que é o “Rei dos reis e Senhor dos senhores”.

“Autor desconhecido”

Orações da Bíblia

Orações da Bíblia

Oração pessoal de Sa1omão
I Reis 3.5-10

Oração pública de Salomão
I Reis 8.22-61; 2 Crônicas 6.12-42

Oração de Ezequias no templo
2Reis 19.15-19; Isaías 37.14-20

Oração de ações de graças de Davi
2 Samuel 7.18-29; 1 Crônicas 17.16-27

Oração de Jó
Jó 42.1-6

Oração de Jeremias
Jeremias 32.16-25

Oração de Daniel
Daniel 9.3-19

Oração de Jonas
Jonas 2.1-9

Pai Nosso
Mateus 6.9-13

Oração de Jesus no Getsêmani
Mateus 26.36-44

Oração de Jesus por seus discípulos
João 17

Oração dos discípulos
Atos 4.24-31

Oração de Paulo pelos cristãos
Efésios 3.14-21

Os livros apócrifos do Antigo Testamento

OS LIVROS APÓCRIFOS DO ANTIGO TESTAMENTO

SIGNIFICADO: A palavra apócrifo significa obra ou fato sem autenticidade ou cuja autenticidade não se provou. E, também “oculto”. Isto quer dizer que estes livros não eram acessíveis a todos. Hoje são considerados não autênticos. Não são livros canônicos, mas úteis para estudo e até mesmo para edificação conforme foram considerados no início.

LOCALIZAÇÃO HISTÓRICA: Foram produzidos entre o 3o e 1o século AC, com o cânon já definido. Em grego, menos Eclesiástico, Tobias e I Macabeus. A cultura gentia os assimilou (o cânon de Alexandria). O historiador Josefo, os judeus e a Igreja cristã rejeitaram.

A LXX (Septuaginta) os incluiu como adendo (seguindo o cânon alexandrino). No Concílio de Cártago, em 397 DC: foram considerados próprios para a leitura. O Concílio Geral de Calcedônia, 451 DC, os negou. Foram colocados no cânon em 08.04.1546, numa sessão com 5 cardeais e 48 bispos, apenas, e não foi por unanimidade. Em 1827, a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira os excluiu da Bíblia (não editando nem mesmo como adendo). Desde então esta é a postura protestante.

HISTÓRICO DO CÂNON: Em 170, o bispo Melito faz a primeira tentativa de um cânon. Omite Ester, Lamentações (talvez fosse um livro com Jeremias) e Neemias (que era um livro com Esdras). Acrescentou Sabedoria de Salomão. Orígenes (morto em 254): aceitou o testemunho de Josefo (Archer, 74) mas incluiu a Epístola de Jeremias (que foi escrita em hebraico). O que temos como cânon do Velho Testamento foi aceito por longo tempo pela cristandade como um todo. A Bíblia protestante segue exatamente o cânon judaico. Não é a Bíblia protestante que tem livros a menos. A Bíblia católica é que tem livros a mais. Foi a Igreja Católica quem os acrescentou.

A BÍBLIA CATÓLICA: Seguindo a Vulgata que traduziu da LXX (Septuaginta), o cânon católico incorporou os apócrifos após a Reforma. Quando a Vulgata os inseriu, distinguiu-os dos outros, que chamou de canônicos. Aos apócrifos chamou de eclesiásticos. Ao todo são 12 livros ou enxertos:

VULGATA: Contém os livros de I Esdras, II Esdras, Tobias, Judite, Adição a Ester (do capítulo 10:4 ao capítulo 16), Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, Adições a Daniel (chamado de apêncice, os capítulos 12 e 13, contendo a História de Susana, História de Bel, Daniel Matando o Dragão, Daniel novamente no Lago dos Leões e o Rei dando Glória ao Senhor), Oração de Manassés, I Macabeus, II Macabeus,.

BÍBLIA CATÓLICA: Pela ordem cronológica em que estão, temos: Tobias, Judite, Acréscimos a Ester, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, Acréscimos a Daniel, I Macabeus, II Macabeus. No total de sete livros e dois acréscimos.

ALGUMAS INFORMAÇÕES

Judite foi escrito no século II a.C. é a história de uma judia que mata Holofernes. Ver a nota da BJ – Bíblia de Jerusalém, p. 725;
O Códice Vaticano, um dos manuscritos mais respeitados, não tem Macabeus;
II Macabeus 15:37 faz um discurso para justificar o suicídio;
No livro de Tobias o anjo Rafael mente e engana as pessoas;
Sabedoria foi escrito no ano 50 a.C.

RAZÕES DA REJEIÇÃO

O Velho Testamento já estava produzido;

A maioria produzida em grego;

Rejeição pelos judeus da cultura gentia;

Prevaleceu para os judeus o cânon palestiniano;

A postura protestante: a Bíblia produziu a Igreja. Postura católica: a Igreja produziu a Bíblia, e também a Tradição. Inclusive as nivela. Por isso, pode acrescentar e tirar;

Jesus não citou um deles sequer. Nem seus apóstolos. Judas cita dois pseudepígrafos, mas não parece ceder-lhes declaradamente o conceito de inspirados.

BIBLIOGRAFIA
1. Goodspeed, Como nos Veio a Bíblia, Imprensa Metodista
2. Archer, Merece Confiança o Antigo Testamento, Vida Nova
3. Rendtorff, A Formação do Antigo Testamento, Sinodal
4. Martin-Archad, Como Ler o Antigo Testamento, ASTE
5. Benttencourt, Para Entender o Antigo Testamento, Santuário
6. Castanho, Iniciação à Leitura da Bíblia, Santuário
7. Walton, Quadros Cronológicos do Velho Testamento, Batista Regular